29/06/15

foi pro chute

enioverri2145O blog do Taturana registra que o deputado Enio Verri (PT-PR) subiu nas tamancas por não discursar na entrega das 700 casas no Jardim São Jorge em Paranavaí, no Noroeste do Estado. O presidente estadual do PT não gostou de ser cortado do cerimonial e tomou satisfação com os diretores do Banco do Brasil, responsável pelo evento. Já o representante do governador Beto Richa (PSDB), o diretor da Cohapar, Nelson Cordeiro Justus, foi para o palco e discursou. Segundo cálculos da PM, três mil pessoas estavam no ato nesta sexta-feira, 26. O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) também estava contrariado porque tinha anunciado a presença da presidente Dilma Rousseff IPT) que não foi para entrega das casas.

Cerveró negocia delação premiada

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Nestor Cerveró começou a considerar fazer um acordo de delação premiada com os procuradores da Lava-Jato. Apesar de já ter sido condenado pela Justiça por lavagem de dinheiro, o ex-diretor internacional da Petrobras ainda pode reduzir a sua pena caso faça revelações importantes. Cerveró sempre negou que tivesse qualquer relação com o esquema na estatal. Chegou inclusive a bater boca em uma audiência com Sérgio Moro alegando inocência.

TV Globo recebeu R$ 6,2 bi de publicidade federal com PT no Planalto

Já a Record teve R$ 2 bi de verbas nos 12 anos de Lula e Dilma. De 2003 a 2014, SBT recebeu R$ 1,6 bi; Band ficou com R$ 1 bi. UOL obteve dados inéditos e exclusivos sobre publicidade federal. Globo ainda lidera em verbas estatais, mas tem queda em anos recentes. Rede TV!, com menos de 1 ponto de audiência, recebeu R$ 408 mi nos anos petistas. de Fernando Rodrigues, UOL: A Rede Globo e as 5 emissoras de propriedade do Grupo Globo (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília e Recife) receberam um total de R$ 6,2 bilhões em publicidade estatal federal durante os 12 anos dos governos Lula (2003 a 2010) e Dilma (2011 a 2014). Como a cifra só considera TVs de propriedade do Grupo Globo, o montante ficaria maior se fossem agregados os valores pagos a emissoras afiliadas. Por exemplo, a RBS (afiliada da Globo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina) recebeu R$ 63,7 milhões de publicidade estatal federal de 2003 a 2014. Confira aqui o levantamento completo.

26/06/15

DELEGADO JACOVÓS E CORONEL AIMORÉ, APRESENTAM VÁRIOS CRIMINOSOS EM APUCARANA.

Foram apresentados autores de furtos, roubos, tráfico de drogas e outros crimes, criminosos que foram presos na cidade de Apucarana.

Professores aplicam avaliação polêmica em escola estadual de jovens e adultos

Trabalho de história aplicado no Ceebja Ayrton Senna da Silva, em Almirante Tamandaré, contém questões contrárias ao governo do Estado.
Uma avaliação com questões contrárias ao governo do estado aplicada por dois professores de história para jovens e adultos no Colégio Ayrton Senna da Silva, em Almirante Tamandaré, causou polêmica nesta semana. Nas redes sociais uma foto do trabalho mostra questionamentos feitos com base na greve de 73 dias dos servidores da educação neste ano. Há ênfase para alguns episódios-chave no protesto, como a repressão policial aos professores no dia 29 de abril para a votação das mudanças na Paranaprevidência na Assembleia Legislativa. Os docentes que elaboraram o material defendem que a intenção foi despertar a consciência política nos alunos. Especialistas, no entanto, interpretam que é possível ver uma distorção no papel que se espera dos mestres em sala de aula. Clique na imagem para ampliar.

Acrônimo’ destrói arma secreta de Dilma em 2018

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A Operação Acrônimo, da Polícia Federal, que investigava Benedito Rodrigues Neto, o Bené, empresário em Brasília, agora se concentra no governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Considerado um dos políticos mais promissores do PT, Pimentel era a “arma secreta” de Dilma para a eleição presidencial de 2018. Só a eventual candidatura de Lula a demoveria da intenção de apoiá-lo em sua sucessão.
História juntos - Dilma é amiga de Fernando Pimentel há muitos anos, desde quando, muito jovens em Minas, foram presos e condenados pela ditadura.
Solidariedade - A presidente acompanha, desolada, o desenvolvimento da Operação Acrônimo. Ela não interfere, mas se mantém solidária ao velho amigo.
Política de alianças - Pimentel surpreendeu os políticos e enfrentou o PT, aliando-se a Aécio Neves (PSDB) para eleger Marcio Lacerda (PSB) prefeito de BH.
Comunicado - A jornalista Carolina Oliveira, primeira-dama de Minas, criou o site comunicadoimprensa.com.br para responder acusações da “Acrônimo”.

23/06/15

Sarandi decide desativar rodoviária

Sarandi

O prefeito de Sarandi, Carlos Alberto de Paula Junior (PDT), reuniu-se ontem com empresários e vereadores para discutir o destino do prédio da estação municipal rodoviária. O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sarandi, José Ricardo Pereira. Em princípio a decisão é desativar o prédio que não está sendo usado como rodoviária, existe hoje apenas uma linha de ônibus e não faz parada na rodoviária.  Uma outra reunião vai ser agendada para discutir qual setor vai ocupar o prédio.blog do rigon  

Em acareação, delatores confirmam pedido de R$ 1 mi de ex-ministro

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Paulo Roberto Costa ficou frente a frente com o doleiro Alberto Youssef por 10 horas, na Polícia Federal, em Curitiba, para tratar de pontos conflitantes de delações.
Por Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso – Estadão:
O ex-­diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sustentou em acareação com Alberto Youssef nesta segunda-­feira, 22, em Curitiba, que o ex-­ministro de Comunicação Paulo Bernardo solicitou R$ 1 milhão para o esquema de cartel e corrupção na Petrobrás. Peças centrais nas investigações da Operação Lava Jato, os dois ficaram frente a frente por cerca de 10 horas para confrontar versões conflitantes de suas delações premiadas, em relação ao envolvimento de políticos.

21/06/15

Fio da meada

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Painel, Folha de S. Paulo
A prisão de Marcelo Odebrecht levou pânico ao mundo político pelo grau de conhecimento que o presidente da empreiteira tem dos pormenores da engrenagem do financiamento eleitoral ao PT nos últimos anos. Mesmo negando participação de sua empresa no escândalo de corrupção na Petrobras, o executivo teria feito relatos de como o esquema abasteceu campanhas petistas em 2010 e 2014. O temor é que, se ficar preso por muito tempo, Marcelo resolva desfiar esse novelo.
Via expressa – Dados o potencial de estrago de uma possível fala de Marcelo e a falta de elementos para sustentar as prisões, advogados apostam que a libertação dos presos desta sexta-feira será mais rápida que o padrão.

20/06/15

Lava Jato testa vontade do Brasil de virar sério

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Josias de Souza
Se a história do Brasil ensina alguma coisa é que, acima de um certo nível de poder e de renda, ninguém é culpado pelo que fez ou deixou de fazer. Episódios como o impeachment de Collor e as condenações do mensalão seriam meros pontos fora da curva. A reiteração dos escândalos cuidou de restabelecer o respeito à tradição. Nesse contexto, a operação Lava Jato representa um teste.
A prisão dos presidentes da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, apenas elevou o grau de complexidade do teste. Até ontem, a dupla era interlocutora de presidentes da República e frequentadora de cerimônias de premiações de empresários do ano. Hoje, ambos serão apresentados aos colchonetes da carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
Todo mundo sabe que as empreiteiras têm sido parte do poder de fato no Brasil. Ninguém ignora que a mistura de eleições e dinheiro produziu um meio-ambiente apodrecido.
O que há de diferente agora é que a força-tarefa da Lava Jato diz ter provas que permitem dissecar as relações do dinheiro com o poder como nunca antes na história desse país. São evidências documentais e testemunhais da tácita aliança da promiscuidade empresarial com o amoralismo político. Uma coligação que deu em coisas como a pilhagem da Petrobras.
No Brasil tradicional, os crimes cometidos acima de um certo patamar social são como cachorros que correm atrás dos carros. Eles perseguem quem os cometeu por algum tempo, dão a impressão de que vão estraçalhá-los, mas logo desistem.
A Lava Jato tornou um mais difícil a tarefa de deixar tudo pra lá, de fingir que nada está acontecendo. Mas, como sucedeu com outras investigações, essa operação é apenas mais um teste. Testa-se até onde vai a vontade do Brasil de se tornar um país sério. Ou menos esculhambado.